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É estranho fazer o que se ama.

Daqui a alguns dias completo um mês que tomei a decisão de sair de um emprego para trabalhar como autônoma fazendo o que eu realmente amo. Porém, cá estou eu: imersa num profundo sentimento de estranhamento. Sim, parece que finalmente caiu a ficha de que eu estou nadando contra uma maré enorme e eu preciso seguir firme e forte para não me afogar.

Desde que decidi me aventurar nesse novo mundo, tenho vivenciado incontáveis momentos de felicidade extrema, plenitude e sintonia com o Universo. Então, de uma maneira quase imperceptível, surge aquele pensamento automático que diz: isso não pode estar certo, não posso estar tão feliz assim, tem algo muito errado. É esse tal estranhamento que não me deixa em paz.

Parece muito estranho eu acordar todos os dias feliz, com vontade de colocar os meus projetos no mundo e não mais com aquela preguiça que me atormentava. Parece estranho e por vezes errado eu me divertir enquanto trabalho. Parece estranho que eu não me sinta mais tão estressada quanto antes – aliás, os maiores estresses que tenho tido foram por conta desse próprio estranhamento. Parece estranho eu não me sentir mal e sem vida por fazer algo que eu não gosto. Parece muito estranho esse sentimento de que, por mais que meus projetos ainda não tenham dado muito retorno – financeiro – eu estou em paz. E, o mais estranho de tudo é que mesmo com essa estranheza toda, está tudo certo.

 

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